‘Três Graças’ lembra que o preconceito contra jovens grávidas ainda existe

Ao ser vítima de bullying na frente da escola, Joélly encontra forças no apoio do pai para conseguir continuar com os estudos

Por Mavi Faria Atualizado em 22 jan 2026, 16h27 - Publicado em 27 dez 2025, 15h52
A

 

gravidez, por si só, é uma fase delicada que exige cuidados e atenção específica; quando a gestação acontece na adolescência, o acolhimento é ainda mais crucial e importante para a jovem mãe. No caso de Joélly, personagem de Três Graças, o apoio de seus familiares se mostrou ainda mais urgente ao se ver coagida por colegas de classe praticando bullying contra ela pela sua gravidez.

A cena, que foi ao ar no capítulo desta sexta-feira (26), conseguiu retratar como o bullying é mais um dos fatores que desestimula a já difícil trajetória de adolescentes grávidas que continuam com os estudos, além de estimular a exclusão da vida social dessas jovens. Coagida e humilhada, Joélly se vê sozinha enfrentando vários estudantes em um embate queela já previa e havia pedido para ser acompanhada pelo pai do bebê, Raul.

O bullying só chega ao fim com o aparecimento de Jorginho, ex-chefe da região em que moram, que intimida os adolescentes a deixar a filha estudar em paz. A experiência de Joélly pode até parecer exagerada, mas ela retrata bem o isolamento e o preconceito que jovens mães enfrentam. É por isso entre outros fatores que, na gravidez na adolescência, o abandono escolar é tão recorrente.

Continua após a publicidade

Quando pensamos em um país em que a taxa de nascimentos de crianças filhas de mães entre 15 e 19 anos é 50% maior do que a média mundial, segundo dados do Sistema de Informações de Nascidos Vivos, do Governo Federal, situações como as enfrentadas por Joélly se tornam ainda mais comuns. É por isso que, como bem representado pela novela, o apoio e o acolhimento à mãe adolescente é a melhor atitude a se fazer.

Neste outro texto, por exemplo, damos algumas dicas do que fazer caso a sua amiga fique grávida e de como você pode ajudar. Em Malhação – Viva a diferença, por exemplo, a personagem Keyla também é vítima de bullying, mas encontra nas amigas, dentro da escola, o suporte para não desistir dos estudos e seguir em frente. A trajetória dessas duas personagens é o retrato de como o apoio de amigos e familiares consegue deixar mais leve e natural um período tão complexo em uma fase única de descobertas na vida — que, mesmo com a gravidez, não precisa deixar de ser.

Unhas

Continua após a publicidade

 

+ Quer receber as principais notícias da CAPRICHO direto no celular? Faça parte do nosso canal no Whatsapp, clique aqui.

A cena, que foi ao ar no capítulo desta sexta-feira (26), conseguiu retratar como o bullying é mais um dos fatores que desestimula a já difícil trajetória de adolescentes grávidas que continuam com os estudos, além de estimular a exclusão da vida social dessas jovens. Coagida e humilhada, Joélly se vê sozinha enfrentando vários estudantes em um embate queela já previa e havia pedido para ser acompanhada pelo pai do bebê, Raul.

A gravidez, por si só, é uma fase delicada que exige cuidados e atenção específica; quando a gestação acontece na adolescência, o acolhimento é ainda mais crucial e importante para a jovem mãe. No caso de Joélly, personagem de Três Graças, o apoio de seus familiares se mostrou ainda mais urgente ao se ver coagida por colegas de classe praticando bullying contra ela pela sua gravidez.

O bullying só chega ao fim com o aparecimento de Jorginho, ex-chefe da região em que moram, que intimida os adolescentes a deixar a filha estudar em paz. A experiência de Joélly pode até parecer exagerada, mas ela retrata bem o isolamento e o preconceito que jovens mães enfrentam. É por isso entre outros fatores que, na gravidez na adolescência, o abandono escolar é tão recorrente.

 

 

Publicidade