Maria Miranda traz frescor e nostalgia ao pop com o single ‘Cadela’
Jovem cantora aposta em referências vintage, letras afiadas e autenticidade para apresentar seu som ao mundo
os 21 anos, Maria Miranda já carrega a sensação de que nasceu para estar no palco. Natural de Porto Alegre (RS), a cantora e compositora lançou seu single de estreia, Cadela, com produção de Zebu e composição em parceria com Pedro Tófani. Gravado em película 16mm, o clipe reforça a atmosfera retrô que guia seu trabalho.
“Parece que eu sempre estive conectada com a música durante toda minha vida”, diz Maria sobre o início de sua trajetória. “Quando eu tinha uns cinco anos, minha mãe me colocou numa aula de música. Comecei na flauta, depois canto, e nunca mais parei. Sempre gostei de me apresentar, de brincar que estava em um show.”
A faixa, segundo ela, nasceu de maneira leve e criativa: “Cadela tem uma sonoridade vintage, mas de um jeito atual. Ela fala sobre tirar sarro de um cara burro, sabe? O processo foi muito gostoso, eu levei a ideia e o Pedro trouxe um leque de possibilidades. No estúdio, tudo foi crescendo aos poucos até chegar nesse resultado cheio de energia.”
O videoclipe também traduz a personalidade da artista, que adora explorar elementos antigos. “Tenho uma fixação por coisas dos anos 60 e 70, principalmente pela estética das cantoras de rádio. A película traz essa textura que conversa totalmente com a música”, explica.
Suas referências incluem Rita Lee, Marina Lima, Joelma e nomes internacionais como Kali Uchis e o duo Silk Sonic. “São artistas que mostram como é possível trazer o refinamento do vintage para algo muito atual. Isso mudou minha forma de pensar música”, diz.
Sobre a recepção ao single, Maria celebra o carinho do público: “Recebo muitas mensagens de gente dizendo: ‘Te conheci agora, amei a música, amei o clipe’. É muito bom saber que o primeiro passo já está tocando as pessoas. Claro que nem todo mundo gosta, mas não estou preocupada em agradar todo mundo.”
“Minha colaboração dos sonhos é a Cher, acho ela muito divônica. Aqui no Brasil, adoro as meninas do rap, como a Ebony e a Duquesa. Elas estão fazendo um som muito massa.” Com Cadela, Maria Miranda abre sua trajetória no pop brasileiro mostrando que autenticidade e referências afiadas são sua marca registrada.
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