Bolsa clutch: Por que o acessório clássico dos anos 30 nunca sai de moda
Atemporal, estilo de bolsa fez história e continua sendo opção certeira para quem quer apostar em minimalismo e elegância.
s anos 1930 foram marcados por uma crise financeira que começou nos Estados Unidos e se espalhou pelo mundo. Mas, apesar da preocupação geral do período, também foi uma época importante para produções artísticas no geral e para a moda, com a popularização de itens que se eternizaram nas produções e se transformaram em verdadeiros clássicos — como é o caso da icônica bolsa clutch.
Apesar de ter sido criada nos anos 20, foi na década de 30 que ela se popularizou, especialmente após versões criadas por Emile Hèrmes. A origem do nome deste acessório atemporal vem do verbo em inglês “to clutch”, que significa “agarrar” ou “segurar com firmeza”; ou seja, foi escolhido por descrever perfeitamente a forma como a bolsa é carregada: presa na mão ou sob o braço. Embora não seja a primeira bolsinha pequena criada para acompanhar o look feminino, a clutch é considerada um retrato da evolução do item, que foi reformulado para se adaptar às transformações de estilo do início do século XX.
O que fez a bolsa clutch virar febre nos anos 30?
O glamour de Hollywood é um dos principais fatores que contribuíram para sua popularização. As estrelas da época começaram a aparecer em grandes eventos e premiações com pequenas bolsas estruturadas, conferindo um toque de elegância e sofisticação à produção. Além disso, outro motivo que fez o acessório ganhar espaço e virar objeto de desejo foi a predominância de vestidos de festa com silhueta ajustada, que ornavam muito bem com uma bolsinha discreta.
Na época, a bolsa feminina também passou a funcionar como um acessório decorativo, e as clutches investiram em materiais luxuosos para conferirem esse efeito, como veludo, seda, couro ou pele. Elas também apareciam frequentemente com bordados, pérolas ou cristais, sendo quase como mais uma joia da produção.
Motivos para o acessório seguir como ícone de moda nos dias de hoje
Se você ainda não sabia o nome desse tipo de bolsa, certamente percebeu que já se deparou com ela por aí, especialmente em looks de festa. Mas se ainda está se perguntando o que faz a clutch seguir como opção quase um século depois de seu surgimento, vai entender melhor agora.
Um dos motivos é o minimalismo elegante, que segue em alta tanto em roupas do dia a dia quanto em produções elaboradas para eventos noturnos. Outro é a versatilidade de seu design: no formato envelope, box clutch, minaudière — criada pela joalheria Van Cleef & Arpels — ou soft clutch, tem opções para agradar a todos os gostos e funciona com os mais variados estilos.
Atualizações modernas da bolsa para você apostar
Embora as versões clássicas sigam entre as queridinhas, a clutch também se mantém atemporal pelas atualizações em seu estilo e formato, que fazem com que ela não se resuma à uma bolsa de festa e também ganhe versões mais práticas, divertidas e despojadas.
Você já viu, por exemplo, a versão híbrida? Com corrente ou alça removível, ela é perfeita para usar a tiracolo no dia a dia. Outra que entrega uma pegada casual é a soft clutch, feita de couro macio ou tecido. Essa é uma ótima opção para combinar com jeans, baby tee e tênis. Agora, se a ideia é usar a bolsa para deixar o look mais moderno, vale apostar nas coloridas, metalizadas ou em formatos geométricos. Use e abuse da criatividade na hora de escolher a sua!
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