Como o figurino de Hamnet retrata o luto

Hamnet revisita a dor vivida por Agnes Hathaway após a morte do filho, inspirando uma das obras mais icônicas de Shakespeare.

Uma história marcada pela perda e pela memória

Para dar corpo ao luto da história, Chloé Zhao contou com o olhar sensível da figurinista Malgosia Turzanska.

O figurino como extensão da emoção

O processo começou pela construção emocional, especialmente de Agnes, fio condutor da narrativa do filme.

Criar personagens “de dentro para fora”

Tons vibrantes de vermelho e laranja evoluem para ferrugem e roxo-ameixa, refletindo o impacto da tragédia e o luto profundo.

Cores que acompanham a transformação da dor

No final da história, o vermelho reaparece de forma sutil, simbolizando a retomada da força e da vida de Agnes.

Quando a vitalidade começa a retornar

Rasgos, desgastes e arranhões no figurino de William aumentam conforme sua vida se torna mais complexa.

O caos emocional de Shakespeare traduzido em roupa

Para vestir os gêmeos, Malgosia buscou referências mais dinâmicas e tecidos leves, fugindo da rigidez típica da época.

Crianças em movimento, não em rigidez

O figurino se firma como elemento narrativo central — e rende ao filme uma indicação ao Oscar de Melhor Figurino.

Quando a arte cura e conta histórias

veja e leia mais notícias no site da CAPRICHO: