A ideia por trás da beleza da edição de agosto com a Galera CAPRICHO
Assim como o futuro, a maquiagem é um leque de infinitas possibilidades para ser quem você quiser ser.
a edição digital de agosto da CAPRICHO, a nossa galera celebrou um futuro com diferentes caminhos e possibilidades. Ele é desenhado de diversas formas – uma delas é por meio da maquiagem. Com cores, técnicas e liberdade, é possível explorar versões de quem somos e de quem queremos nos tornar também.
Foi essa ideia que guiou a beleza da capa com a Galera CAPRICHO, assinada por William Santos, maquiador da Linha Bruna Tavares. Para pensar na produção de 12 jovens, diferentes e únicos, ele revisitou inspirações do passado para criar algo totalmente novo. “Nós seguimos os anos 2000, mas também trouxemos muitas referências dos anos 50 e 80”, conta. “A partir disso, teve a união do profissionalismo que a gente precisava entregar com a personalidade de cada um deles”, completa.
Ele ressalta a liberdade para criar em conjunto com os protagonistas das fotos. “É incrível trazer o olhar deles também para dentro desse projeto. Dá para ver um pouco da característica de cada um, do que eles querem e se sentem bem”, comemora. Além da essência de cada um, o maquiador também destaca as referências trazidas por eles.
“O Pedro, por exemplo, tem muita inspiração em David Bowie. A gente vê essa juventude trazer muito essas referências de moda, de estilo de vida, de personalidades marcantes e fortes para a nossa história”, aponta.
Os pontos de partida para a criatividade
A criação da maquiagem partiu de dois elementos principais aplicados em cada metade dos integrantes: blush marcado e cores. “No primeiro grupo, usamos a técnica lifting, criada pelo maquiador da Cher e que repercutiu muito nos anos 50″, diz e dá mais detalhes: “Nela, usamos o blush mais marcado junto com as sombras. Ele sobre em formato de V, mais colorido, mais brilhoso, com esse aspecto mais de água, enquanto a pele e o olho são mais clean.”
Já as makes coloridas do segundo grupo tiveram como inspiração a época clubber, dos anos 90 e 2000, explica o maquiador. “Nós fomos trabalhando com as cores, preocupando-se, claro, para que não tivesse tanto contraste e ornasse com o figurino deles”, diz.
Em ambos os caminhos, William viu um aspecto muito presente: a ousadia. “Eles são bem ousados. Dá para ver em todos muita cor, pedras, muitos detalhes”, diz. Mas o mais importante para o maquiador foi “eles se olharam no espelho e se enxergarem únicos”. “A maquiagem tem essa potência de dar um escudo pra você se tornar mais forte”, diz.
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