Conheça Rachael Gunn, breakdancer australiana que viralizou nas redes

Os movimentos inusitados e a pontuação 0 nas Olimpíadas transformaram 'Raygun' em uma personalidade curiosa

Por Mavi Faria 12 ago 2024, 18h12 | Atualizado em 8 jun 2026, 16h26
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estreia do breakdance como uma das novas modalidades das Olimpíadas, neste ano, foi aguardada com expectativa por pessoas que ansiavam em ver uma categoria urbana e diferente. Entretanto, poucos imaginavam que, após as competições, a dança seria lembrada por memes.

O principal motivo deles foi a dançarina australiana de breaking Rachael Gunn, mais conhecida como Raygun. Isso porque os movimentos que a atleta de 36 anos apresentou aos juízes na competição olímpica foram visivelmente distintos dos trazidos pelos outros participantes, em especial o batizado de ‘canguru’.

Rachael não conseguiu marcar um único ponto em suas batalhas contra Logistx dos EUA, Syssy da França e Nicka da Lituânia, e acabou perdendo por 18 a 0 em cada competição.

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Nas redes, enquanto uns apontavam que Raygun estava fazendo papel de ridículo, outros questionavam como permitiram que ela chegasse até as Olimpíadas, se não havia tido alguma pré-seleção na Austrália e insinuado que ela havia fingido ser breakdancer por ser um caminho ‘mais curto’ até as Olimpíadas.

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É importante ressaltar que Raygun é uma das breakdancers mais famosas e respeitadas na Austrália, além de PhD e pesquisadora de breakdance, dança de rua e hip-hop da Universidade Macquarie de Sydney.

Raygun já havia participado de outros campeonatos de breakdance antes das Olimpíadas, como no mundial World Breaking Championships, onde representou a Austrália em 2021, 22 e 23. Após as críticas, ela afirmou, em seu perfil oficial do Instagram, que “não tem medo de ser diferente”. 

 

 

Já no X (ex-Twitter), comentários como “ela convenceu Austrália a pagar pela viagem a Paris e ainda tirou 0 pontos” e “ser amiga da comissão australiana dá nisso” não param de aparecer.

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Em um post específico, um relato extenso, trazido do Reddit, por um usuário do X, afirma que pela falta de uma federação mundial de breakdance, o comitê olímpico procurou a World Dance Sport Federation, que delegou para a DanceSport Australia a responsabilidade de selecionar os atletas em parceria com a Australia Breaking Association (AUSBreak), formada por Raygun e alguns outros dançarinos.

Nenhuma informação oficial sobre o processo de seleção dos candidatos foi anunciada, entretanto, no site oficial da AUSBreak, Raygun é um dos oito competidores – uma de três mulheres. De qualquer forma, a apresentação dela foi duramente criticada, seja com ofensas ou questionamentos do porquê ela estava ali, seja pelos comentários rindo de seus movimentos.

Confira alguns dos comentários das redes:

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