Ex-chef processa Kylie Jenner e relata aborto após rotina exaustiva
Funcionária é a terceira a entrar na justiça contra Jenner nos últimos dois meses por maus tratos no ambiente de trabalho
m um intervalo de dois meses, Kylie Jenner está sendo processada por uma terceira ex-funcionária por maus tratos no ambiente de trabalho. Desta vez, uma chef de cozinha particular alega que a carga de trabalho intensa a levaram a sofrer um aborto espontâneo.
Segundo a denúncia da mulher, obtida pelo Los Angeles Times, mesmo após avisar seus supervisores de que sua gravidez era de alto risco, a rotina de trabalho que variava entre 11 a 12 horas, durante cinco dias por semana, não mudou, bem como as exigências de que ela carregasse peso e ficasse horas em pé.
Ela afirma ter pedido por “adaptações razoáveis para proteger a sua saúde e gravidez” no início de dezembro de 2024, poucas semanas após começar a trabalhar na casa de Jenner. A solicitação, entretanto, teria sido negada. Na virada de ano daquele ano, ela chegou a passar mal pela primeira vez e precisado de ajuda dos seguranças da casa após ter que “levantar e transportar alimentos pesados pela rua e subir colinas sem ajuda”.
Cerca de dois meses depois, em fevereiro, durante a celebração de aniversário do filho de Jenner, Aire, a funcionária relatou ter tido um episódio de “extrema exaustão física” e “desabado emocionalmente no banheiro durante o evento” pela intensa carga horária e falta de suporte adequado para sua condição. Na época, ela estava grávida de cinco meses. No documento consta que na manhã seguinte dessa situação ela acordou com hemorragia e sofrido um aborto espontâneo.
A ex-chef ainda detalha que, após o aborto, entrou em um episódio de depressão grave e teria sido repreendida pelos seus supervisores por deixar “a cozinha e a geladeira em desordem” durante a festa de aniversário, e ainda de estar causando uma situação incômoda para Jenner. “Pare com isso, apenas pare com isso. Você está perturbando Kylie. Você está deixando-a deprimida”.
No processo judicial, ela alega ter sofrido “falhas de acomodação, discriminação, assédio durante a gravidez, demissão sem justa causa” e ainda afirma que não recebeu pelo período total em que trabalhou para a empresária e influenciadora.
A mulher é a terceira ex-funcionária a mover um processo judicial contra Kylie Jenner. Nos últimos dois meses, uma governanta e uma auxiliar de limpeza alegaram ter sofrido abuso e assédio dos colegas de equipe e pedido ajuda à Jenner, que não interveio na situação.





