CAPRICHO vence Prêmio Abril com reportagem na categoria ‘Comportamento’
A jornalista Juliana Morales foi a premiada da noite com a reportagem 'O Mal Entrou no Grupo', publicada na edição impressa de dezembro de 2025.
Por Redação Capricho 31 mar 2026, 15h27
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- A CAPRICHO acaba de ganhar o Prêmio Abril em ‘Comportamento’ com a matéria ‘O Mal Entrou no Grupo’.
- A reportagem da Juliana Morales explora a violência simbólica em grupos online, um tema urgente para nós.
- Isso mostra nosso compromisso em trazer debates complexos de um jeito que você entenda, com muita empatia.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
CAPRICHO conquistou um dos principais reconhecimentos do jornalismo brasileiro ao vencer o Prêmio Abril na categoria “Comportamento”. O prêmio foi entregue à jornalista Juliana Morales pela reportagem O Mal Entrou no Grupo, publicada na edição impressa de dezembro de 2025.
A matéria, que mergulha em um tema urgente e presente na vida de muitos jovens, se destacou pela abordagem sensível e investigativa — combinando escuta, contexto e responsabilidade ao tratar de um assunto que atravessa o cotidiano digital de toda a nossa galera.
A reportagem vencedora da CAPRICHO mostra comunidades extremistas se infiltram em redes sociais comuns, aliciam jovens e transformam a violência em algo aceitável dentro de grupos cotidianos. O processo é rápido, silencioso e muitas vezes passa despercebido, até que julgamentos, ameaças e crimes já façam parte da dinâmica. Crianças e adolescentes, especialmente meninas, estão entre os principais alvos.
Na mesma categoria, a CAPRICHO concorreu com outros dois títulos super importantes da Editora Abril: Super Interessante, com a reportagem Terapia nos Tempos da IA, de Bela Lobato e Manuela Mourão; e com a própria VEJA, com a matéria Donos do Tempo: a legião de brasileiros com mais de 5o que derruba rótulos e preconceitos.
Mais do que uma pauta, o reconhecimento reforça um dos pilares editoriais da CAPRICHO: traduzir temas complexos em conversas acessíveis, relevantes e conectadas com a realidade da audiência.
A reportagem premiada parte de uma situação que parece comum — grupos de conversa online — para discutir dinâmicas mais profundas, como exposição, violência simbólica e os impactos dessas experiências na vida de adolescentes. Ao longo do texto, Juliana constrói uma narrativa que informa sem afastar, e que convida à reflexão sem perder a proximidade com quem lê.
A conquista também marca um momento importante para a CAPRICHO, que voltou às bancas em 2024 e tem investido em reportagens de fôlego na edição impressa, além da cobertura diária no digital.
No fim, o prêmio celebra não só uma matéria, mas uma forma de fazer jornalismo para o público jovem: atenta, responsável e, acima de tudo, comprometida com as histórias que realmente importam para as novas gerações.
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